DÚVIDAS FRENQUENTES

As principais dúvidas quando o assunto é cardiopatia congênita.

Estima-se que as cardiopatias congênitas afetam uma em cada 125 crianças nascidas vivas no mundo, ou seja, todo ano, no mundo, nascem 1 milhão de cardiopatas. Apesar da alta incidência, apenas 3% dos cardiopatas são operados antes do primeiro ano de vida. Estimativas também apontam que, no Brasil, 21 mil crianças cardiopatas necessitem de cirurgias. No entanto, apenas em torno de sete mil cirurgias ocorrem por ano todo o Brasil.

Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras semanas de gestação, período em que o coração do bebê é formado.

Sim, exames como o Ecocardiograma Fetal, feito a partir da 12ª semana de gestação, permitem diagnosticar diversos tipos de cardiopatia. O diagnóstico precoce é importante para o planejamento do parto.

A gestante de um bebê com problema cardíaco deve procurar uma maternidade que conte com equipe especializada em cardiopatias, que disponha de UTI neonatal.

Não. Apenas hospitais terciários, geralmente localizados em grandes centros urbanos, têm condições de realizar cirurgias cardíacas pediátricas. Para que os procedimentos ocorram com sucesso, uma serie de profissionais, entre cirurgiões, anestesistas, clínicos, enfermeiros estão envolvidos.

Além de profissionais, os hospitais precisam oferecer infraestrutura adequada para o pré e pós-operatório, devem contar com UTI neonatal e infantil e com equipamentos necessários para o atendimento global do paciente. Estima-se que existam 20 centros hospitalares no Brasil, aptos à realização de cirurgia cardíaca pediátrica.

Eles devem reparar em indícios como dificuldades para ganhar peso, para respirar ou mamar, aspecto cansado e pele mais roxinha podem ser sinais de que algo pode estar errado com o coração do bebê. Se um ou mais sintomas se manifestarem é importante que procurar um médico.

Sim, se tratado em tempo e adequadamente a criança cardiopata se desenvolve da mesma forma que as demais crianças e leva uma vida normal.

O médico avaliará caso a caso. Alguns pacientes podem contar com tratamentos por meio de medicamentos ou ter que aguardar alguns cenários para a cirurgia.

  • Transposição das grandes artérias ou grandes vasos (TGA)
  • Anomalia de Ebstein
  • Transposição de Grandes Artérias
  • Hipoplasia de Ventrículo Esquerdo
  • Comunicação Intraventricular (CIV) e Colaterais
  • Tetralogia de Fallot
  • Defeito do Septo Atrioventricular

Sim, as cirurgias cardíacas pediátricas são cobertas pelo Sistema Único de Saúde. Já no caso das operadoras de saúde, a cobertura depende do tipo de procedimento realizado e do tipo de plano contratado.

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